Teste: qual seu grau de procrastinação?

Todo mundo tem ou já teve pelo menos uma vez algum problema com procrastinação: aquela tarefa tão complicada e extensa vai sempre ficando para depois, sendo substituída por outras atividades mais prazerosas. Mas você sabe a razão para que isso aconteça? Você conhece o seu perfil de procrastinador?

Uma série de fatores pode fazer com que adiemos mais e mais nossas tarefas. Além de sentir preguiça ou não saber o que fazer, existem outras razões para procrastinar. Algumas delas são:

1. Não sabemos o que fazer e como fazer

Todos já nos deparamos com situações diante das quais não sabíamos como proceder. De fato, o inusitado tende a nos imobilizar, sobretudo, quando nos surpreende negativamente.

Para resolver esse problema, dedique alguns minutos do seu tempo para entender a tarefa, mapear as possíveis soluções e definir objetivos e metas de forma correta. Em vez de fazer tudo, divida a tarefa em tópicos menores e mais simples. Esta estratégia é particularmente útil quando a tarefa é complexa ou aborrecida. Depois de começar, mesmo que seja só com o planejamento, é mais fácil de fazer e de se manter em movimento.

2. Queremos gratificação instantânea

O ser humano é imediatista, deseja gratificações instantâneas. Só pensamos no presente, ignoramos as lições do passado e desprezamos completamente o futuro.

Hoje em dia, isso tem se agravado ainda mais. Estamos mal acostumados com a velocidade, com um mundo onde tudo é muito rápido: o carro, o elevador, a internet, a transação bancária, a refeição.

As injeções de prazer de curto prazo nos levam a procrastinar sempre mais uma vez. Essa “injeção de prazer” é uma pequena dose de dopamina que percorre o cérebro – uma recompensa química prazerosa inspirada por aquele vídeo hilário de um gato ou aquele questionário de personalidade, irrelevante para sua vida, mas tão divertido.

Esse forte desejo de querer resultados imediatos geralmente não vem acompanhado da vontade de se dedicar e se esforçar proporcionalmente para consegui-los. Em outras palavras, o ser humano deseja resultados imediatos com pouco esforço.

Infelizmente a realidade é que isso quase nunca – para não dizer nunca – será possível. Para se obter resultados é preciso, antes de tudo, ter paciência. Porém somente paciência sem ação será algo em vão. Com isso fica fácil entender aquela célebre frase atribuída a Albert Einstein: o único lugar onde sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.

3. Estamos indecisos e inseguros

Gastamos mais energia decidindo o que tem que fazer do que propriamente fazendo. Tentar fugir da decisão não decidindo é uma ilusão, até porque você decide não decidir. O problema de não decidir é que se não definirmos as tarefas, elas se definirão sozinhas, das piores formas possíveis.

Ficamos indecisos quando temos o medo de decidir por algo que não poderemos voltar atrás. Por isso, a melhor forma de tomar uma decisão é optando por algo que seja possível reavaliar e voltar atrás no caso em que tenhamos tomado uma decisão equivocada.

4. Não existem consequências para agora

A maior dificuldade do ser humano é entender que para tudo na vida há consequências. Se não queremos enxergar isso, vamos tropeçar desnecessariamente, e provavelmente nos machucar.

Devemos ter em mente que tudo que fazemos ou deixamos de fazer hoje vai refletir em algo no nosso próprio futuro. Se você não mudar o que faz hoje, todos os amanhãs serão iguais a ontem.

Identificar a razão (ou razões) que motiva(m) sua procrastinação pode te ajudar a apontar soluções que façam sentido para seu problema em particular.

Para que você possa conhecer o seu perfil de procrastinador, a Descola fez um teste rápido com algumas perguntas simples. A partir do resultado, você pode tomar as medidas certas e se tornar mais produtivo.

E aí, fez o teste? Agora é hora de colocar a mão na massa e partir para uma rotina mais produtiva.

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Este post foi baseado nas aulas e no ebook do curso Bombando Sua Produtividade, elaborado pela Descola e pelo professor Angel Carbone.

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